Nick era um rapaz normal. Era um adolescente, andava numa escola normal, tinha amigos normais, que não eram bem amigos dele... Eram... Colegas... e uma família normal... Era tão normal que se tornava diferente. Mesmo depois das aulas, Nick, ia a um dito "médico" que via os pensamentos dele por um capaçete, e um ecrã. Nick sentia-se tonto cada vez que aquilo estava na sua cabeça. Os pensamentos dele eram sempre muito macabros... Como matar, torturar, sufocar e até mesmo queimar as pessoas que lhe faziam mal na escola... A maioria. Até que um certo dia, a melhor amiga dele, Rose, viu uma cena na escola, e Nick entrava. Era um gótico muito alto, pálido e com maquilhagem muito carregada a bater em Nick... Rose meteu-se no caminho dele e empediu-o de lhe bater. No meio disto Rose é que levou com um murro no estomago. Nick levantou-se limpou a boca, por causa do lábio ferido, e foi ter com Rose. Perguntou se ela se sentia bem, mas ela não respondia... O murro tinha sido muito forte. O gótico arregalou os olhos quando Nick olhou para ele com intenções de matar. O rapaz assustado correu para fora de cena. Nick ainda irritado segurou em Rose e levou-a dali... Antes que mais alguém os visse.
Depois das aulas, o pai de Nick perguntou-lhe como tinham corrido... Tinha sido a primeira vez este ano. Nick respondeu que ia tudo bem. O pai dele fez-lhe uma cara de desapontado e disse-lhe que tinha sido chamado pelo Director da escola dele. Nick ficou furioso, quem poderias ter sido? Só aquele gótico. Satânico.
Nick levantou-se do sofá pegou no casaco e saiu. Foi para a sua floresta preferida... ficava a cinco passos dali... Passado cerca de cinco minutos... Já não se ouvia nada.... Era só ele e as estrelas. Elas não pareciam menos brilhantes desta vez... Seriam elas? Ou seria Nick? Os olhos dele começaram a fechar... A música que as estrelas compunham sempre o faziam dormir.... Mas, desta vez, não era a música delas... Mas sim vozes doces de meninas, risinhos e canções... Estas vozes atormentavam-no. Dia e noite, seguidos. Para as vozes pararem ele tinha que matar todas as pessoas que foram boas, e más para ele. Por isso... Nick fê-lo. Começou pelo gótico prendeu-o e sufocou-o... Uma morte dolorosa. Mesmo a seguir dele, Rose. Presa por correntes e queimada numa fogueira perto da escola. Ele odiou-se por isso... Mas faria de tudo para as vozes pararem. Depois de Rose todas as outras vítimas da tristeza dele. Quando deu por si, Nick, não ouvia nada... Não via nada... Não sentia nada... Era transparente... E via por entre os seus dedos Rose, o seu pai, os seus amigos e enimigos... Estavam todos lá... E Nick... Bem esse... Estava sozinho.
----------------------------
Desculpem ser tão preguiçosa e fazer só um rascunho!! Desculpem!! Mas eu vou meter discurso directo e essas coisas e depois vai ficar bem melhor!! Aliás porque a história é má por si então assim em rascunho é pior ainda.
Desculpem lá!
Inês.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь
Os meus pais e os dela correram para a cozinha e viram-na abraçada a mim "O que é que se passa?!" o pai dela gritou "Nada. Não se passou nada." eu disse. Eles olharam para mim. Pareciam aborrecidos com alguma coisa que eu tinha feito "Vamos embora Ambra" a mãe dela disse, virou-sa para a minha mãe "Desculpe temos mesmo de ir. Obrigada pelo convite." viraram-se e foram em direcção á porta "Não espere! Fiquem!" a minha mãe tentou desculpar os meus actos "Não, desculpe. Estamos de saída." o pai dela abriu a porta deixou sair a mulher e fechou-a mesmo atrás de si "Não podias ser... Mais simpático?? É ASSIM TÃO DIFÍCIL?!" a minha mãe estava muito chateada comigo... O meu pai abraçou-a e fez sinal com os olhos para eu ir para o meu quarto. Eu fechei os olhos, acenei que sim com a cabeça e subi as escadas "É melhor ires para o quarto é!!" a minha mãe continuava a gritar "Eu não obedeço a ordens... Eu faço de livre vontade." disse eu "Chega voçês os dois!!" disse o meu pai também já aos gritos "E tu ficas de castigo!" disse ele, como se tivesse muita autoridade "Está bem." disse eu calmamente. Subi o resto das escadas e dirigi-me ao meu quarto, abri a porta, e fechei-a com quase toda a força que eu tinha "Carago! Não faço nada de jeito!! A minha mãe odeia-me!" eu estava com as mãos no cabelo e quase a chorar "O que é que se passa?" eu pensava para mim "Nunca me senti tão culpado..." eu desprezava-me naqueles instantes, até que ouvi pedrinhas a bater na janela... Olhei para ela, e abri-a. Quem estava lá em baixo? Ambra "Olá! Boa noite." ela sorria...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Comentários da autora
Bem... isto está a correr bem! As pessoas gostam das histórias e eu também estou feliz com elas. Estes comentários do autor servem para eu falar, gozar ou até mesmo discutir sobre as minhas histórias. Por exemplo: Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь é suposto ser uma história muito pequena de dois putos da primária que se amam, uma sabe muito bem e o outro não sabe ao certo, dentro disto desenrola-se um grande drama, porque entretanto aparece uma rapariga que quer ficar com o rapaz. Nisto Ambra fica muito triste mesmo que saiba que ele sempre teve olhos para ela, e blah blah.
Eu sinceramente acho que esta história é uma porcaria! Só serve para encher! Mas as pessoas não se contentam com duas, certo? Tinha de fazer um que elas também lessem mesmo que não gostassem, e ainda esperar no que vai acontecer a seguir. Outro exemplo é: O que Vem Asseguir, essa história está muito reciclada.... Rapariga morta "Oh não quem terá sido!" eu sinceramente acho muito óbvio. Voçês ainda não descobriram? Então são pouco inteligentes, se já, Parabéns!! Descobris-te o mistério mais fácil de todos...
Outra história que eu fiz foi uma fantasia: Diário - Amantes; é basicamente uma história de dois rapazes que são enimigos, e estão sozinhos e sem ninguém para passar as férias... Mas descobrem que se têm um ao outro, e acabam por se apaixonar. Pronto. Sinceramente acho que ninguém vai gostar desse.
Obrigada pela atenção.
Autora: Inês Teixeira
Eu sinceramente acho que esta história é uma porcaria! Só serve para encher! Mas as pessoas não se contentam com duas, certo? Tinha de fazer um que elas também lessem mesmo que não gostassem, e ainda esperar no que vai acontecer a seguir. Outro exemplo é: O que Vem Asseguir, essa história está muito reciclada.... Rapariga morta "Oh não quem terá sido!" eu sinceramente acho muito óbvio. Voçês ainda não descobriram? Então são pouco inteligentes, se já, Parabéns!! Descobris-te o mistério mais fácil de todos...
Outra história que eu fiz foi uma fantasia: Diário - Amantes; é basicamente uma história de dois rapazes que são enimigos, e estão sozinhos e sem ninguém para passar as férias... Mas descobrem que se têm um ao outro, e acabam por se apaixonar. Pronto. Sinceramente acho que ninguém vai gostar desse.
Obrigada pela atenção.
Autora: Inês Teixeira
Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь
No dia seguinte, ao jantar Ambra e a sua família apareceram... Estavam muito bem vestidos, e nós também... Infelizmente eu não queria vestir aquele fatinho... "Boa noite, bem vindos a nossa casa!" a minha mãe disse muito alegre, eles sorriram "Então, se não se importam eu vou acabar o jantar, fiquem á vontade!" a minha mãe virou as costas e eu puxei-lhe a mão baixando-a ao nivel da minha boca, e sussurei "Não. Fica com eles, eu acabo o jantar." eu larguei-lhe a mãoe dirigi-me á cozinha "Oh... Eu ajudo!" Ambra sorriu e correu para a cozinha também "Ah! Ambra!" a mãe dela esclamou "Não há mal!" a minha mãe gesticulou, acenando com as mãos muito depressa.
Na cozinha Ambra olhava para mim "Desenrascas-te muito bem" ela sorriu, eu virei-me para ela "Se não vais fazer nada aqui podes ir embora." ela abanou com a cabeça "Não. Não vou. Vou ajudar-te." ela saltou da cadeira e começou a cortar coisas para a sopa "Isto é muito divertido quando o fazemos nós..." eu permaneci em silêncio "E quando estamos acompanhados..." destraída cortou-se com a faca "AI!" ela enroscou-se e começou a chorar, eu ajoelhei-me e puxei o dedo que ela tinha cortado "... Devias ter mais cuidado..." pus o dedo dela dentro da minha boca e lambi o sangue dele, arranjei um penso e pus em torno do corte, ela olhou para mim com olhos chorosos ainda "O-obrigada... e-e de-desculp-a" disse ela entre soluços "Não há mal." sempre fui muito frio com as pessoas... Ela olhou para mim desiludida "O que se passa?" perguntei "Pensas que eu não te vou abraçar?"enquanto dizia isto já estava colada a mim "Acho que queimámos a sopa." disse eu relaxado "Que interessa? A dor já foi embora..." disse ela.
Na cozinha Ambra olhava para mim "Desenrascas-te muito bem" ela sorriu, eu virei-me para ela "Se não vais fazer nada aqui podes ir embora." ela abanou com a cabeça "Não. Não vou. Vou ajudar-te." ela saltou da cadeira e começou a cortar coisas para a sopa "Isto é muito divertido quando o fazemos nós..." eu permaneci em silêncio "E quando estamos acompanhados..." destraída cortou-se com a faca "AI!" ela enroscou-se e começou a chorar, eu ajoelhei-me e puxei o dedo que ela tinha cortado "... Devias ter mais cuidado..." pus o dedo dela dentro da minha boca e lambi o sangue dele, arranjei um penso e pus em torno do corte, ela olhou para mim com olhos chorosos ainda "O-obrigada... e-e de-desculp-a" disse ela entre soluços "Não há mal." sempre fui muito frio com as pessoas... Ela olhou para mim desiludida "O que se passa?" perguntei "Pensas que eu não te vou abraçar?"enquanto dizia isto já estava colada a mim "Acho que queimámos a sopa." disse eu relaxado "Que interessa? A dor já foi embora..." disse ela.
domingo, 7 de junho de 2009
Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь
Vida. Se a aproveitasses. Serias feliz. Não precisas de ter dinheiro. Simplesmente sorri.
Era Terça-feira, a escola estava fechada porque era feriado. Andavamos no 3º ano.
"Ei ei! Pára de ler isso por um segundo!" uma colega tirou-me a revista "Obrigado, mas eu estou a ler isso..." eu disse aborrecido "Vê televisão! Fogo! Sempre a ler!" ela estava-me a dar um sermão por ler muito "Mas eu não aprendo nada a ver TV. Dás-me o livro?" eu abri a mão "Lê a Bravo, sei lá!!" ela apontou para a revista "Não obrigado eu gosto desse livro, a história é muito boa." ela desviou a cabeça "Porque é que nunca me ligas?" ela puxou o livro "Não estou interessado, desculpa." eu puxei o livro "Eu... gosto de ti!" ela largou o livro e as mãos dela encostaram-se ao corpo "Quero... estar contigo..." eu fiquei um bocado irritado "Pois... Amor na primária... Não vale de nada. É como uma brincadeira, as pessoas não gostam realmente uma da outra." peguei na minha mochila "Adeus." fui embora e deixei-a ao relento, com frio. O vento soprava mais forte como se quisesse que eu voltasse para ela.
Mais tarde em casa "Então? O que se passou?" a minha mãe perguntava da cozinha "Nada." ela cruzou os braços "Não, a sério? Porque estás tão sério?" ela veio para o meu lado "Vá diz lá..." ela pegou na minha mão "Lembras-te da minha colega, Ambra?" ela fez uma cara esquesita "Aquela Italiana!" eu acrescentei "Oh sim! Essa menina é muito simpática! É verdade, ela e a família, pai e mãe, vêm cá jantar amanhã." eu fiz uma cara muito perturbada "Não!!" eu gritei "Não! Não pode!!" ela olhou para mim "O que se passa?" eu olhei para o lado "Nada... eu vou para o quarto" ela suspirou "Estes miúdos..." voltou para o jantar.
Eu deitei-me na cama a pensar como seria o dia seguinte... Bem... Devia dormir? Talvez... Que eu espere por amanhã... Logo se vê....
Era Terça-feira, a escola estava fechada porque era feriado. Andavamos no 3º ano.
"Ei ei! Pára de ler isso por um segundo!" uma colega tirou-me a revista "Obrigado, mas eu estou a ler isso..." eu disse aborrecido "Vê televisão! Fogo! Sempre a ler!" ela estava-me a dar um sermão por ler muito "Mas eu não aprendo nada a ver TV. Dás-me o livro?" eu abri a mão "Lê a Bravo, sei lá!!" ela apontou para a revista "Não obrigado eu gosto desse livro, a história é muito boa." ela desviou a cabeça "Porque é que nunca me ligas?" ela puxou o livro "Não estou interessado, desculpa." eu puxei o livro "Eu... gosto de ti!" ela largou o livro e as mãos dela encostaram-se ao corpo "Quero... estar contigo..." eu fiquei um bocado irritado "Pois... Amor na primária... Não vale de nada. É como uma brincadeira, as pessoas não gostam realmente uma da outra." peguei na minha mochila "Adeus." fui embora e deixei-a ao relento, com frio. O vento soprava mais forte como se quisesse que eu voltasse para ela.
Mais tarde em casa "Então? O que se passou?" a minha mãe perguntava da cozinha "Nada." ela cruzou os braços "Não, a sério? Porque estás tão sério?" ela veio para o meu lado "Vá diz lá..." ela pegou na minha mão "Lembras-te da minha colega, Ambra?" ela fez uma cara esquesita "Aquela Italiana!" eu acrescentei "Oh sim! Essa menina é muito simpática! É verdade, ela e a família, pai e mãe, vêm cá jantar amanhã." eu fiz uma cara muito perturbada "Não!!" eu gritei "Não! Não pode!!" ela olhou para mim "O que se passa?" eu olhei para o lado "Nada... eu vou para o quarto" ela suspirou "Estes miúdos..." voltou para o jantar.
Eu deitei-me na cama a pensar como seria o dia seguinte... Bem... Devia dormir? Talvez... Que eu espere por amanhã... Logo se vê....
sábado, 6 de junho de 2009
Diário - Amantes (Parte 2)
"Olá Jared..." Nathan soltou num suspiro, saltou para o parapeito da janela e inclinou-se para a frente de modo aos seus olhos ficarem ao mesmo nivel que os meus. Afastei-me dele cerca de dois passos atrás "O que é que queres? Vai embora!" cruzei os braços e virei-me ao contrário "Oh..." ele fez barulhos estranhos com a língua "Alguém está de mau humor... Vá! É Verão. Aproveita-o" disse isto enquanto se sentava e colhia uma maçã da árvore perto da minha janela "Como é que queres que eu o aproveite?... A Amy foi embora... Não tenho amigos para passar o Verão, e não há bilhete de avião... Porque é que o Verão não passa depressa?" Nathan mergulhou para dentro do meu pensamento parecia que sabia tudo "Bem... ainda nos temos um ao outro." ele olhou para o vazio, fiz uma cara assustada "Podes repetir? Não ouvi bem." os olhos dele voltaram a virar-se para mim "Ainda nos temos um ao outro, não é?" ele sorriu, nunca o tinha visto sorrir! "Oh meu! Isso foi adorável!" o sorriso destruiu-se, a cara de Nathan voltára a ficar séria outra vez "É melhor ir embora agora... É tarde..." levantou-se, esteve este tempo todo no parapeito, virou-se e preparou-se para saltar "Não! Espera um bocado!" puxei-lhe a mão e ele desiquilibrou-se "Não faças isso! Idiota!" o pé de Nathan escorregou e ele caiu para cima de mim "AU! As minhas costas!" olhei para baixo e a cabeça de Nathan estava sobre o meu peito "Ei! Nathan! Desculpa! Estás bem?" abanei-o um bocado, ele abriu os olhos "Jared... Não voltes a fazer aquilo..." ele disse numa voz muito fraca. Acabou por adormecer em cima de mim "Podias ter dado um jeitinho" levantei-o ao meu colo, ele escavou com o nariz no meu braço "És mesmo adorável..." deitei-o na minha cama "Telefono á tua mãe de manhã e esplico tudo." Disse a Nathan adormecido. Não tirava os meus olhos dele, o seu cabelo preto sobre a almofada branca, os olhos azuis fechados e a boca ligeiramente aberta faziam com que ele parece-se ainda mais fofo. Os dedos saiam pelo lençol, e o pescoço quase não se notava "Boa noite... Nathan..." beijei-o na testa, ele abriu os olhos um pouco e aproximou os lábios de mim "Dorme... comigo... Jared..." eu corei e disse "Sim... Nathan." abri os lençóis e meti-me dentro deles. Virei-me para o lado de Nathan e os meus braços envolveram-no. Estavamos a dormir.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
