sexta-feira, 12 de junho de 2009

Nick (Rascunho)

Nick era um rapaz normal. Era um adolescente, andava numa escola normal, tinha amigos normais, que não eram bem amigos dele... Eram... Colegas... e uma família normal... Era tão normal que se tornava diferente. Mesmo depois das aulas, Nick, ia a um dito "médico" que via os pensamentos dele por um capaçete, e um ecrã. Nick sentia-se tonto cada vez que aquilo estava na sua cabeça. Os pensamentos dele eram sempre muito macabros... Como matar, torturar, sufocar e até mesmo queimar as pessoas que lhe faziam mal na escola... A maioria. Até que um certo dia, a melhor amiga dele, Rose, viu uma cena na escola, e Nick entrava. Era um gótico muito alto, pálido e com maquilhagem muito carregada a bater em Nick... Rose meteu-se no caminho dele e empediu-o de lhe bater. No meio disto Rose é que levou com um murro no estomago. Nick levantou-se limpou a boca, por causa do lábio ferido, e foi ter com Rose. Perguntou se ela se sentia bem, mas ela não respondia... O murro tinha sido muito forte. O gótico arregalou os olhos quando Nick olhou para ele com intenções de matar. O rapaz assustado correu para fora de cena. Nick ainda irritado segurou em Rose e levou-a dali... Antes que mais alguém os visse.
Depois das aulas, o pai de Nick perguntou-lhe como tinham corrido... Tinha sido a primeira vez este ano. Nick respondeu que ia tudo bem. O pai dele fez-lhe uma cara de desapontado e disse-lhe que tinha sido chamado pelo Director da escola dele. Nick ficou furioso, quem poderias ter sido? Só aquele gótico. Satânico.
Nick levantou-se do sofá pegou no casaco e saiu. Foi para a sua floresta preferida... ficava a cinco passos dali... Passado cerca de cinco minutos... Já não se ouvia nada.... Era só ele e as estrelas. Elas não pareciam menos brilhantes desta vez... Seriam elas? Ou seria Nick? Os olhos dele começaram a fechar... A música que as estrelas compunham sempre o faziam dormir.... Mas, desta vez, não era a música delas... Mas sim vozes doces de meninas, risinhos e canções... Estas vozes atormentavam-no. Dia e noite, seguidos. Para as vozes pararem ele tinha que matar todas as pessoas que foram boas, e más para ele. Por isso... Nick fê-lo. Começou pelo gótico prendeu-o e sufocou-o... Uma morte dolorosa. Mesmo a seguir dele, Rose. Presa por correntes e queimada numa fogueira perto da escola. Ele odiou-se por isso... Mas faria de tudo para as vozes pararem. Depois de Rose todas as outras vítimas da tristeza dele. Quando deu por si, Nick, não ouvia nada... Não via nada... Não sentia nada... Era transparente... E via por entre os seus dedos Rose, o seu pai, os seus amigos e enimigos... Estavam todos lá... E Nick... Bem esse... Estava sozinho.


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Desculpem ser tão preguiçosa e fazer só um rascunho!! Desculpem!! Mas eu vou meter discurso directo e essas coisas e depois vai ficar bem melhor!! Aliás porque a história é má por si então assim em rascunho é pior ainda.

Desculpem lá!
Inês.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь

Os meus pais e os dela correram para a cozinha e viram-na abraçada a mim "O que é que se passa?!" o pai dela gritou "Nada. Não se passou nada." eu disse. Eles olharam para mim. Pareciam aborrecidos com alguma coisa que eu tinha feito "Vamos embora Ambra" a mãe dela disse, virou-sa para a minha mãe "Desculpe temos mesmo de ir. Obrigada pelo convite." viraram-se e foram em direcção á porta "Não espere! Fiquem!" a minha mãe tentou desculpar os meus actos "Não, desculpe. Estamos de saída." o pai dela abriu a porta deixou sair a mulher e fechou-a mesmo atrás de si "Não podias ser... Mais simpático?? É ASSIM TÃO DIFÍCIL?!" a minha mãe estava muito chateada comigo... O meu pai abraçou-a e fez sinal com os olhos para eu ir para o meu quarto. Eu fechei os olhos, acenei que sim com a cabeça e subi as escadas "É melhor ires para o quarto é!!" a minha mãe continuava a gritar "Eu não obedeço a ordens... Eu faço de livre vontade." disse eu "Chega voçês os dois!!" disse o meu pai também já aos gritos "E tu ficas de castigo!" disse ele, como se tivesse muita autoridade "Está bem." disse eu calmamente. Subi o resto das escadas e dirigi-me ao meu quarto, abri a porta, e fechei-a com quase toda a força que eu tinha "Carago! Não faço nada de jeito!! A minha mãe odeia-me!" eu estava com as mãos no cabelo e quase a chorar "O que é que se passa?" eu pensava para mim "Nunca me senti tão culpado..." eu desprezava-me naqueles instantes, até que ouvi pedrinhas a bater na janela... Olhei para ela, e abri-a. Quem estava lá em baixo? Ambra "Olá! Boa noite." ela sorria...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Comentários da autora

Bem... isto está a correr bem! As pessoas gostam das histórias e eu também estou feliz com elas. Estes comentários do autor servem para eu falar, gozar ou até mesmo discutir sobre as minhas histórias. Por exemplo: Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь é suposto ser uma história muito pequena de dois putos da primária que se amam, uma sabe muito bem e o outro não sabe ao certo, dentro disto desenrola-se um grande drama, porque entretanto aparece uma rapariga que quer ficar com o rapaz. Nisto Ambra fica muito triste mesmo que saiba que ele sempre teve olhos para ela, e blah blah.
Eu sinceramente acho que esta história é uma porcaria! Só serve para encher! Mas as pessoas não se contentam com duas, certo? Tinha de fazer um que elas também lessem mesmo que não gostassem, e ainda esperar no que vai acontecer a seguir. Outro exemplo é: O que Vem Asseguir, essa história está muito reciclada.... Rapariga morta "Oh não quem terá sido!" eu sinceramente acho muito óbvio. Voçês ainda não descobriram? Então são pouco inteligentes, se já, Parabéns!! Descobris-te o mistério mais fácil de todos...
Outra história que eu fiz foi uma fantasia: Diário - Amantes; é basicamente uma história de dois rapazes que são enimigos, e estão sozinhos e sem ninguém para passar as férias... Mas descobrem que se têm um ao outro, e acabam por se apaixonar. Pronto. Sinceramente acho que ninguém vai gostar desse.
Obrigada pela atenção.
Autora: Inês Teixeira

Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь

No dia seguinte, ao jantar Ambra e a sua família apareceram... Estavam muito bem vestidos, e nós também... Infelizmente eu não queria vestir aquele fatinho... "Boa noite, bem vindos a nossa casa!" a minha mãe disse muito alegre, eles sorriram "Então, se não se importam eu vou acabar o jantar, fiquem á vontade!" a minha mãe virou as costas e eu puxei-lhe a mão baixando-a ao nivel da minha boca, e sussurei "Não. Fica com eles, eu acabo o jantar." eu larguei-lhe a mãoe dirigi-me á cozinha "Oh... Eu ajudo!" Ambra sorriu e correu para a cozinha também "Ah! Ambra!" a mãe dela esclamou "Não há mal!" a minha mãe gesticulou, acenando com as mãos muito depressa.
Na cozinha Ambra olhava para mim "Desenrascas-te muito bem" ela sorriu, eu virei-me para ela "Se não vais fazer nada aqui podes ir embora." ela abanou com a cabeça "Não. Não vou. Vou ajudar-te." ela saltou da cadeira e começou a cortar coisas para a sopa "Isto é muito divertido quando o fazemos nós..." eu permaneci em silêncio "E quando estamos acompanhados..." destraída cortou-se com a faca "AI!" ela enroscou-se e começou a chorar, eu ajoelhei-me e puxei o dedo que ela tinha cortado "... Devias ter mais cuidado..." pus o dedo dela dentro da minha boca e lambi o sangue dele, arranjei um penso e pus em torno do corte, ela olhou para mim com olhos chorosos ainda "O-obrigada... e-e de-desculp-a" disse ela entre soluços "Não há mal." sempre fui muito frio com as pessoas... Ela olhou para mim desiludida "O que se passa?" perguntei "Pensas que eu não te vou abraçar?"enquanto dizia isto já estava colada a mim "Acho que queimámos a sopa." disse eu relaxado "Que interessa? A dor já foi embora..." disse ela.

domingo, 7 de junho de 2009

Vida - Life - 生活 - Liv - ζωή - Leven - חיים - Kehidupan - жизнь

Vida. Se a aproveitasses. Serias feliz. Não precisas de ter dinheiro. Simplesmente sorri.


Era Terça-feira, a escola estava fechada porque era feriado. Andavamos no 3º ano.
"Ei ei! Pára de ler isso por um segundo!" uma colega tirou-me a revista "Obrigado, mas eu estou a ler isso..." eu disse aborrecido "Vê televisão! Fogo! Sempre a ler!" ela estava-me a dar um sermão por ler muito "Mas eu não aprendo nada a ver TV. Dás-me o livro?" eu abri a mão "Lê a Bravo, sei lá!!" ela apontou para a revista "Não obrigado eu gosto desse livro, a história é muito boa." ela desviou a cabeça "Porque é que nunca me ligas?" ela puxou o livro "Não estou interessado, desculpa." eu puxei o livro "Eu... gosto de ti!" ela largou o livro e as mãos dela encostaram-se ao corpo "Quero... estar contigo..." eu fiquei um bocado irritado "Pois... Amor na primária... Não vale de nada. É como uma brincadeira, as pessoas não gostam realmente uma da outra." peguei na minha mochila "Adeus." fui embora e deixei-a ao relento, com frio. O vento soprava mais forte como se quisesse que eu voltasse para ela.
Mais tarde em casa "Então? O que se passou?" a minha mãe perguntava da cozinha "Nada." ela cruzou os braços "Não, a sério? Porque estás tão sério?" ela veio para o meu lado "Vá diz lá..." ela pegou na minha mão "Lembras-te da minha colega, Ambra?" ela fez uma cara esquesita "Aquela Italiana!" eu acrescentei "Oh sim! Essa menina é muito simpática! É verdade, ela e a família, pai e mãe, vêm cá jantar amanhã." eu fiz uma cara muito perturbada "Não!!" eu gritei "Não! Não pode!!" ela olhou para mim "O que se passa?" eu olhei para o lado "Nada... eu vou para o quarto" ela suspirou "Estes miúdos..." voltou para o jantar.
Eu deitei-me na cama a pensar como seria o dia seguinte... Bem... Devia dormir? Talvez... Que eu espere por amanhã... Logo se vê....

sábado, 6 de junho de 2009

Diário - Amantes (Parte 2)

"Olá Jared..." Nathan soltou num suspiro, saltou para o parapeito da janela e inclinou-se para a frente de modo aos seus olhos ficarem ao mesmo nivel que os meus. Afastei-me dele cerca de dois passos atrás "O que é que queres? Vai embora!" cruzei os braços e virei-me ao contrário "Oh..." ele fez barulhos estranhos com a língua "Alguém está de mau humor... Vá! É Verão. Aproveita-o" disse isto enquanto se sentava e colhia uma maçã da árvore perto da minha janela "Como é que queres que eu o aproveite?... A Amy foi embora... Não tenho amigos para passar o Verão, e não há bilhete de avião... Porque é que o Verão não passa depressa?" Nathan mergulhou para dentro do meu pensamento parecia que sabia tudo "Bem... ainda nos temos um ao outro." ele olhou para o vazio, fiz uma cara assustada "Podes repetir? Não ouvi bem." os olhos dele voltaram a virar-se para mim "Ainda nos temos um ao outro, não é?" ele sorriu, nunca o tinha visto sorrir! "Oh meu! Isso foi adorável!" o sorriso destruiu-se, a cara de Nathan voltára a ficar séria outra vez "É melhor ir embora agora... É tarde..." levantou-se, esteve este tempo todo no parapeito, virou-se e preparou-se para saltar "Não! Espera um bocado!" puxei-lhe a mão e ele desiquilibrou-se "Não faças isso! Idiota!" o pé de Nathan escorregou e ele caiu para cima de mim "AU! As minhas costas!" olhei para baixo e a cabeça de Nathan estava sobre o meu peito "Ei! Nathan! Desculpa! Estás bem?" abanei-o um bocado, ele abriu os olhos "Jared... Não voltes a fazer aquilo..." ele disse numa voz muito fraca. Acabou por adormecer em cima de mim "Podias ter dado um jeitinho" levantei-o ao meu colo, ele escavou com o nariz no meu braço "És mesmo adorável..." deitei-o na minha cama "Telefono á tua mãe de manhã e esplico tudo." Disse a Nathan adormecido. Não tirava os meus olhos dele, o seu cabelo preto sobre a almofada branca, os olhos azuis fechados e a boca ligeiramente aberta faziam com que ele parece-se ainda mais fofo. Os dedos saiam pelo lençol, e o pescoço quase não se notava "Boa noite... Nathan..." beijei-o na testa, ele abriu os olhos um pouco e aproximou os lábios de mim "Dorme... comigo... Jared..." eu corei e disse "Sim... Nathan." abri os lençóis e meti-me dentro deles. Virei-me para o lado de Nathan e os meus braços envolveram-no. Estavamos a dormir.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O que Vem Asseguir (Parte 3)

Tudo o que eu faço... Faço com amor e dedicação... Nunca ninguém me bateu, porque sabiam o que acontecia asseguir.



"Quem te matou?" olhei séria, a voz fez uma risadinha mas parecia não querer falar do assunto 'Cabe-te a ti descobrir' disse ela "E se eu descobrir o que não quero?" disse eu com ar de importante 'Então aí, deixa o caso para outro' fez um ar triste 'Eu queria que tu tomasses o caso...' ela disse com uma voz mais fraca "Espera, porque é que eu haveria de tomar o caso?" disse eu com um ar despreocupado 'Porque sabes mais do que os outros!!' ela berrou 'Oops! Já falei demais!' e calou-se "Sei mais que todos? O quê?" estava confusa '... És mais inteligente do que aparentas... mas... desculpa Angel... cabe-te a ti e não a mim.' a voz parecia mais fraca como se estivesse a afastar-se,... "Mas tu és real! Ajuda-me!" a voz riu 'Eu sou inventada por ti. Angel, eu não sou a Minnie de verdade. Segue a vida sem preocupações... Descobre quem me matou. Não te arrependes.' eu acenei que sim "Vou vingar-te." ouvi mais risinhos 'Era isso que eu queria ouvir!' a voz desapareceu. "Ainda estás aí? Voz?" chamei e aprecebi-me que estava por minha conta.
No dia seguinte levantei-me desci as escadas e a polícia estava na minha sala, o pai também e a mãe estava na cozinha "...O que se passa?" perguntei "Nós, gostávamos de fazer uma proposta." disse um dos polícias "Mas não tens de aceitar!" disse o meu pai preocupado "Mas dizem o que se passa ou nem por isso?" pergunei curiosa "Bem... aqui vai disto... Queres fazer parte do caso da Minnie?" eu parei de respirar "A sério? De verdade? Posso?" eu perguntei com os olhos arrgalados "Bem tu viste a tua amiga morta... pensámos que pudesses ter informação necessária, como rotinas ou hábitos..." eu dei um saltinho "Pai! Posso? Por favor?" implorei "...Não te quero perder..." ele disse com o olhar desviado "Mas pai! Por favor! Eu vou vingar a morte da Minnie!!" ele pôs a mão no meu ombro "Tem cuidado então." eu dei pulos de contente "YAAY! Obrigada!!" abraçei o meu pai uma quantas vezes, depois, dei outro pulo mas dessa vez um dos polícias agarrou em mim, meteu-me pendurada nas costas dele "Vamos embora miúda" ele sorriu, eu fiz-lhe uma careta. Acenei adeus ao meu pai e á minha mãe e corri para o lado dos polícias.

O que Vem Asseguir (Parte 2)

Tudo o que eu faço... Faço com amor e dedicação... Nunca ninguém me bateu, porque sabiam o que acontecia asseguir.

Segui em frente.
Espreitei por um canto e vi uma rapariga debruçada sobre o lavatório. O cabelo dela cheirava a amora, o champô da Minnie. Eu pus a mão no ombro dela "Ei estás bem?--" dizia isto enquanto a virava "AHH!" gritei e ofeguei, rebolei no chão uma quantas vezes, rastegei para o canto, mordi o dedo. Estava a tremer. Minnie estava morta. O cabelo estava preso na torneira, a água estava a correr, os olhos pareciam vazios, a boca estava aberta, como quem tivesse ficado sem ar. Morreu afogada "MINNIE!!" gritei um última vez, para ficar sem voz. O silêncio ocupava a casa de banho. Não se ouvia ninguém respirar, ouvia-se talvez a água a pingar e o coração a bater forte. Ouvi passos "Mas o que se passou--" a contína calou-se ao ver Minnie no lavatório "É mais grave do que eu pensava." Saiu a gritar "Professor? Professor?!" consegui ouvir a porta a abrir mas não ouvi o que diziam... Deviam estar a falar do cadáver... Vi dois professores a aproximarem-se e a preguntar pelo meu nome mas ficou tudo escuro, tinha desmaiado.
O caso do assassínio falava-se muito, não tinham descoberto quem podia ter sido. Seria a única imcomodada com o caso? Dia após dia, falavam do mesmo, chegavam até... a gozar com o caso... a inventar descrições para a Minnie, "como seria a cara dela?"
Enojava-me o assunto. Fui ao Concelho Directivo "Desculpem... lá fora todos falam do caso da rapariga morta..." eles fizeram um ar chocado "Podia ir para casa tentar esqueçer o assunto?" uma mulher ajeitou os óculos e preguntou "Então tu és a rapariga que perdeu a amiga, e ainda a viu morta?" eu acenei com a cabeça que sim "Lamento muito querida... Vais três dias para casa" eu fiz um sorriso forçado e saí.
A caminho de casa, sentia pés a baterem atrás de mim, ouvia vozes na minha cabeça, e sorrisos, gargalhadas... Tudo era da Minnie... "E AGORA?! O QUE QUERES? NÃO TE CHEGA DEIXARES-ME SOZINHA?!" gritei bem alto e sentei-me no chão "O que queres agora?..." suspirei e começei a chorar 'Sê feliz' ouvi na minha cabeça 'Aproveita a vida como se eu estivesse ao teu lado' uns risinhos 'Vá levanta-te' eu levantei a cabeça "O que és tu? És a Minnie?" perguntei enquanto limpava ao olhos 'Sou quem tu quiseres' a voz respondeu "Então Minnie... Diz-me uma coisa..." eu disse desviando o olhar 'Sim?' a vozinha disse com um risinho no fim "Quem te matou?" eu olhei séria.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O que vem asseguir (Parte 1)

Tudo o que eu faço... Faço com amor e dedicação... Nunca ninguém me bateu, porque sabiam o que acontecia asseguir.

"Bom dia!!" disse eu, era o primeiro dia de aulas! Tinha saudades!
"Oh? Bom dia!! Que saudades que tive!!" a minha melhor amiga Minnie! Mas... estava diferente? "Como foi o teu Verão?" ela preguntou logo "Hum, fui viajar com a minha mãe e com o meu irmão... O meu pai ficou a trabalhar" Fiz uma careta e ri-me, ela sorriu "Olha Minnie estás diferente... Deixas-te crescer o cabelo?" ela acenou que não com a cabeça "Então o que foi? Vá! Eu quero saber tudo!" a Minnie fez uma cara triste "Passa-se alguma coisa?" eu preguntei, não pude evitar "Já pensas-te que falas demais?!" ela nunca me tinha berrado! "Espera! Não fujas!" Já tinha feito asneira... "Deixa-me em paz Angel!" a mão dela deslizou pela minha e desaparecem na multidão "Minnie? Minnie?!" gritei por todos os lados "Desculpe, professor! Não viu a Minnie a passar?" preguntei com um ar desesperado "Não, não a vi. Mas ela já chegou?" ele fez um ar sério "Sim! O problema foi que eu disse alguma coisa que não devia, acho eu, e ela fugiu!" eu expliquei "Podes perguntar ao porteiro, talvez? Eu dou-te autorização para ires e volta quando souberes alguma coisa." ele disse "Boa ideia! Obrigada!" saí a correr, literalmente até ao porteiro "Senhor porteiro!" estava a ofegar "Finalmente!... Viu a Minnie a passar?" ele fez uma cara séria e disse "Mas a Minnie ainda não entrou na escola!" eu fiz uma cara estúpida "Espere... Está-me a dizer que ela não está, nem, entrou na escola?" ele mexeu no rato do computador e abriu a coisa em que os cartões passam "Como podes ver não há registo Angel." eu fiz outra cara estúpida "Mas... Eu estive com ela!!" esta era a vez do porteiro fazer uma cara estúpida "Desculpa mas é impossivel..." eu fui-me embora a fazer uma careta...
No pavilhão decidi ir á casa de banho quer dizer o professor não sabe quanto tempo demoro... Heh... Corri para a casa de banho, ao aproximar-me da porta senti os pés molhados, olhei para o chão e estava com água. Andei mais devagar para dentro... Tinha medo! Primeiro a história que a Minnie não estava cá depois a água... Á medida que abri a porta, tocou. Eu decidi que já tinha estado tempo a mais fora da aula... então puxei as meias para cima ajeitei a saia apertei melhor os cordões e subi as primeiras escadas, depois deparei-me com uma rapariga, que me olhou com um ar de má, tinha o mesmo rumo, a casa de banho. Quando chegou ao fim abanou a cabeça para o cabelo ficar direito e seguiu. Ouvi os passos na água, a porta a abrir-se e um guincho! "O que se passa?!" gritei "YAHHHHHH!! Oh meu Deus oh meu Deus oh meu Deus!" ela só gritava! "O que se passa?!" voltei a gritar mas mais alto "ASSASSINA!!" ouvi-a a gritar 'Assassina' 'Assassina' vezes e vezes sem conta. Desci as escadas outra vez e corri para a casa de banho. Vi a rapariga sentada no chão com a cara tapada e a dizer 'Assassina' baixinho "Ei! O que se passou?" ela apontou para o lavatório... levantei-me e segui em frente.

Diário - Amantes (Parte 1)

Quinta-feira, 23 de Junho

É Verão, estam todos de férias, menos eu. Estou sozinho naquele canto do meu quarto a pensar, "porque não comprei nenhum bilhete de avião?" é tudo o que passa na minha cabeça, estou farto, o James foi-se para África com a família visitar o padrinho, a Marie foi para o Brasil, queria ficar ainda mais bronzeada do que já é, diz que gastou a vida em França, o Silver e a Kat foram á DisneyLand, ela queria tanto ir lá... Ele decidiu fazer a vontade já que são os melhores amigos, apesar de achar que o Silver gosta muito mais dela do que pensa... A Cream e a mãe foram para o Sul, para a praia... Passar uns dias no hotel e voltar! Talvez ainda consigo estar com ela um bocado... Mas uma coisa muito estranha, o Gerard e o Victor foram os dois para a China... Aqueles dois... Disseram que iam pintar o cabelo, um de verde e o outro de cor-de-rosa! Iam falar como anormais para os "chinocas" não os preceberem, acho que é um despredicio... Mas o pior foi quando a Amy se pirou... Eu gosto tanto dela quero-a sempre comigo... Acho que estou apaixonado... Mas nem quero pensar que ela está longe! Quero pensar que todos os dias ela vai voltar, para o meu lado... O meu melhor amigo vai hoje embora ainda tenho de lhe dar aquela garrafa... Oh bem... não tenho disposição para fazer isso agora...
O Sol está-se a pôr... que bonito... Gostava que alguém estivesse aqui... as nuvens são cor-de-rosa e laranja... as cores preferidas da Amy... Ela adora quando as luzes da aldeia estam acesas e os montes parecem pintados com um pincel, e já se nota a Lua no céu e a primeira estrela aparece e ela diz "Olha! Jared! És tu!" com um sorriso nos lábios.... Ahh!! Lá estou eu a pensar nela! outra vez!! FOGO!
Mudando de assunto... hoje não saí de casa, estava tão enjoado da vida que acabei por ficar aqui... Não recebi telefonema de ninguem do género: "Olá, cheguei!" ou "Cheguei! Isto é bem giro!Espero que te divirtas como eu!" ou ainda "Ei! Como estás acabei agora de chegar!" mas nada. Fiquei o dia dentro de casa para receber o telefonema da Amy, principalmente, mas nem ela...
A coisa mais incrivel que aconteceu hoje foi eu encontrar-te, és tal e qual uma pessoa... Consigo falar contigo á vontade, como a Amy... OU O JAMES! Ele é muito... "motherlike" é muito... preocupado comigo, e isso faz-me sentir bem.
Estou a olhar de novo pela janela, a primeira estrela já se perdeu com tantas que apareceram... as luzes da aldeia notam-se melhor... e tocaram as nove da noite... consigo ouvir música vinda da casa do vizinho Yuri, e família... Vieram do Japão e fizeram um restaurante na cidade... Muito chique se querem saber a minha opinião...
"Sou capaz de abrir aquela janela..." é o que penso. Quando a abri levei com uma pedrinha na cabeça, espreitei para baixo... E vi o meu enimigo da escola... o dia podia ficar pior?
"Olá Jared..." ele soltou num suspiro.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Why, hello there

Helloooo, devia apresentar-me mas não o quero fazer... Não me apetece

Acho que... neste Blog vou escrever o que sinto, e não só, vou também escrever histórias inventadas por mim, só para a diversão.

Eu escolhi o titulo porque isto não tem um tema único. Hum... aliás, não sabia primeiro o que fazer nele.



Só aviso que as histórias podem ser um bocado mórbidas.



Os meus interesses são como os de todos, mas, a cima de tudo, está a música. Depois da música vem o Anime a Manga e o Yaoi, podem ser certas imagens comprometedoras que eu possa meter dentro deste Blog. Depois, sem contar com os amigos, se não estavam em primeiro, vem as artes, adoro desenhar! Se me conheçerem reparam que eu estou sempre a rabiscar, depois vem a cor... Verde a minha cor favorita, já sabem o que me dar nos anos, qualquer tom de verde encanta os meus olhos!! Bem enfim...
O FIIIIIM~ <3