Tudo o que eu faço... Faço com amor e dedicação... Nunca ninguém me bateu, porque sabiam o que acontecia asseguir.
"Quem te matou?" olhei séria, a voz fez uma risadinha mas parecia não querer falar do assunto 'Cabe-te a ti descobrir' disse ela "E se eu descobrir o que não quero?" disse eu com ar de importante 'Então aí, deixa o caso para outro' fez um ar triste 'Eu queria que tu tomasses o caso...' ela disse com uma voz mais fraca "Espera, porque é que eu haveria de tomar o caso?" disse eu com um ar despreocupado 'Porque sabes mais do que os outros!!' ela berrou 'Oops! Já falei demais!' e calou-se "Sei mais que todos? O quê?" estava confusa '... És mais inteligente do que aparentas... mas... desculpa Angel... cabe-te a ti e não a mim.' a voz parecia mais fraca como se estivesse a afastar-se,... "Mas tu és real! Ajuda-me!" a voz riu 'Eu sou inventada por ti. Angel, eu não sou a Minnie de verdade. Segue a vida sem preocupações... Descobre quem me matou. Não te arrependes.' eu acenei que sim "Vou vingar-te." ouvi mais risinhos 'Era isso que eu queria ouvir!' a voz desapareceu. "Ainda estás aí? Voz?" chamei e aprecebi-me que estava por minha conta.
No dia seguinte levantei-me desci as escadas e a polícia estava na minha sala, o pai também e a mãe estava na cozinha "...O que se passa?" perguntei "Nós, gostávamos de fazer uma proposta." disse um dos polícias "Mas não tens de aceitar!" disse o meu pai preocupado "Mas dizem o que se passa ou nem por isso?" pergunei curiosa "Bem... aqui vai disto... Queres fazer parte do caso da Minnie?" eu parei de respirar "A sério? De verdade? Posso?" eu perguntei com os olhos arrgalados "Bem tu viste a tua amiga morta... pensámos que pudesses ter informação necessária, como rotinas ou hábitos..." eu dei um saltinho "Pai! Posso? Por favor?" implorei "...Não te quero perder..." ele disse com o olhar desviado "Mas pai! Por favor! Eu vou vingar a morte da Minnie!!" ele pôs a mão no meu ombro "Tem cuidado então." eu dei pulos de contente "YAAY! Obrigada!!" abraçei o meu pai uma quantas vezes, depois, dei outro pulo mas dessa vez um dos polícias agarrou em mim, meteu-me pendurada nas costas dele "Vamos embora miúda" ele sorriu, eu fiz-lhe uma careta. Acenei adeus ao meu pai e á minha mãe e corri para o lado dos polícias.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
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